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Postado em 07 de Junho de 2017 às 09h04

Dados parciais da ABIEC apontam alta de 27% nas exportações de carne bovina em maio

Mercoagro – Edição 2018 Demonstrando uma recuperação do mercado, as exportações de carne bovina tiveram alta de 27% em maio, mês em que foram embarcadas 115,3 mil toneladas, segundo dados parciais da...

Demonstrando uma recuperação do mercado, as exportações de carne bovina tiveram alta de 27% em maio, mês em que foram embarcadas 115,3 mil toneladas, segundo dados parciais da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC). Em maio, o faturamento obtido com as negociações foi de US$ 463 milhões, o que representa um aumento de 28% na comparação com o resultado registrado em abril. Já os preços médios dos produtos exportados tiveram incremento de 1%, também na comparação com o mês anterior. O desempenho das exportações de carne bovina, somado a outros indicadores do setor agropecuário – que obteve o aumento de produtividade de 13,4% sobre o quarto trimestre do ano passado –, foram os principais fatores de sustentação da primeira alta do Produto Interno Bruto (PIB) em dois anos, o que expressa a importância do agronegócio para o avanço da economia do Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre. Considerando somente a comercialização de carne in natura, países e regiões que tradicionalmente ocupam as primeiras posições em ranking dos principais destinos da carne bovina brasileira se mantiveram na lista e aumentaram a importação. Hong Kong foi o que mais importou esta categoria de produto, com um total de 19 mil toneladas, o que representa um aumento de 29% do total comercializado em abril. A China ocupa o segundo lugar, com um total de 14 mil toneladas (alta de 19%). Assumindo a posição que em abril era da União Europeia, a Rússia aparece na terceira colocação, totalizando 11 mil toneladas importadas (aumento de 14%). A expectativa da ABIEC é que os resultados dos próximos meses continuem dando sinais de melhora, uma vez que nações que ainda não haviam removido o embargo às exportações de carne brasileira reabriram seus mercados para o Brasil em maio, como foi o caso da Argélia.

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